Proservação dos dentes 16 e 17 após terapia endodôntica conservadora – acompanhamento de 2 anos
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.21783483Palavras-chave:
Retratamento do canal, Tratamento do canal, Tomografia, ProservaçãoResumo
Paciente do sexo feminino, 43 anos, classificado como ASA I, foi encaminhada ao consultório particular de um endodontista. Ao exame clínico observou-se presença de dor na percussão vertical. Solicitou-se tomografia computadorizada de feixe cônico, constatando-se radiotransparência óssea periapical extensa nos molares superiores, 16 e 17. A modalidade terapêutica para o caso foi a realização do retratamento endodôntico convencional no dente 16 e tratamento endodôntico no dente 17. A desobturação do canal radicular do dente 16 foi realizada com lima Reciprocante Solla Files Collors #R25. Dando sequência, realizou-se a odontometria eletrômica com o localizador apical Root ZX, determinando o comprimento real do dente. Patência foraminal foi executada com as limas #16.02 e o repreparo do canal realizado com Lima Reciprocante Solla Files Collors #R40. O tratamento endodôntico do dente 17 foi realizado pela técnica de instrumentação rotatória para canal amplo, uma vez que havia apenas um canal radicular. O preparo do canal realizado com lima Solla Files amplo #60.03. A obturação do sistema de canais radiculares foi realizada pela técnica do cone único, associado ao cimento BIO-C Sealer. A proservação clínica e radiográfica foi realizada após um ano da obturação dos canais radiculares. Conclui-se que o retratamento endodôntico convencional do dente 16 e o tratamento do canal do dente 17, realizado dentro das normas técnicas é suficiente para determinar o sucesso da terapia, permitindo reparo periapical.
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