A inteligência artificial na educação: entre as possibilidades pedagógicas e os desafios éticos

Autores

  • Lanna Karoline Dias da Silva
  • Maria Luciana Constantino
  • Claudia Andrade da Silva
  • Denise Bueno dos Santos Fonseca
  • Sabrina Cordeiro da Silva
  • Renata Freitas Siqueira
  • Valquires Martins de Santana

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.23826540

Palavras-chave:

Inteligência artificial, Educação, Tecnologias digitais, Práticas pedagógicas, Ética educacional

Resumo

A incorporação da inteligência artificial aos processos educacionais têm provocado transformações significativas nas práticas pedagógicas, nas formas de produção do conhecimento e nas relações estabelecidas entre professores, estudantes e tecnologias digitais. O desenvolvimento de sistemas inteligentes, especialmente aqueles baseados em inteligência artificial generativa, amplia as possibilidades de personalização do ensino, elaboração de materiais didáticos, acompanhamento da aprendizagem e desenvolvimento de estratégias metodológicas inovadoras. Entretanto, sua utilização também suscita questionamentos relacionados à ética, à privacidade, à confiabilidade das informações, à autonomia intelectual, à desigualdade de acesso e à responsabilidade pedagógica. Nesse contexto, o presente artigo tem como objetivo analisar as possibilidades pedagógicas da inteligência artificial na educação, considerando seus impactos nos processos de ensino e aprendizagem e os principais desafios éticos decorrentes de sua incorporação ao ambiente educacional. Metodologicamente, caracteriza-se como um estudo de abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica e caráter analítico-reflexivo, fundamentado em produções acadêmicas, documentos institucionais e referenciais relacionados à educação, às tecnologias digitais e à ética na inteligência artificial. A discussão evidencia que a inteligência artificial pode contribuir para a ampliação das experiências educativas, desde que sua utilização esteja fundamentada em princípios de responsabilidade, inclusão, transparência e valorização da autonomia humana. Conclui-se que a tecnologia deve ser compreendida como instrumento de mediação e apoio pedagógico, não como substituta da atuação docente ou da capacidade crítica dos estudantes.

Referências

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Publicado

2026-10-30

Como Citar

Silva, L. K. D. da, Constantino, M. L., Silva, C. A. da, Fonseca, D. B. dos S., Silva, S. C. da, Siqueira, R. F., & Santana, V. M. de. (2026). A inteligência artificial na educação: entre as possibilidades pedagógicas e os desafios éticos. Revista OWL (OWL Journal) - REVISTA INTERDISCIPLINAR DE ENSINO E EDUCAÇÃO, 4(10), 1–16. https://doi.org/10.5281/zenodo.23826540