REPARO DE HÉRNIA UMBILICAL: TÉCNICAS CIRÚRGICAS E FATORES INFLUENCIADORES NA CICATRIZAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.12810831Palavras-chave:
herniorrafia umbilical, técnica aberta, técnica laparoscópica, complicações cirúrgicas, cuidados pós-operatóriosResumo
A herniorrafia umbilical é uma intervenção cirúrgica amplamente praticada para corrigir hérnias que se desenvolvem na região periumbilical, onde ocorre a protrusão de conteúdo abdominal através de um defeito na parede muscular. Este artigo revisa e compara as principais abordagens cirúrgicas utilizadas na herniorrafia umbilical, destacando as técnicas aberta e laparoscópica. A técnica aberta envolve uma incisão direta sobre a hérnia, permitindo acesso direto ao saco herniário e reparo com suturas ou uso de malhas sintéticas. Por outro lado, a técnica laparoscópica utiliza pequenas incisões para introduzir uma câmera e instrumentos cirúrgicos, oferecendo uma visão interna ampliada e minimizando o trauma tecidual.
Este artigo discute os critérios de seleção entre as técnicas, considerando fatores como tamanho da hérnia, condição clínica do paciente, experiência do cirurgião e preferências institucionais. A revisão de literatura destaca que a técnica laparoscópica geralmente resulta em menor dor pós-operatória, tempo de recuperação mais curto e menor incidência de complicações como infecção e formação de seroma comparado à abordagem aberta. No entanto, a escolha da técnica deve ser individualizada e baseada na avaliação cuidadosa de cada caso.
Além disso, são abordados aspectos relacionados à gestão pré-operatória e cuidados pós-operatórios, enfatizando a importância da educação do paciente sobre os benefícios e riscos associados a cada técnica. Complicações potenciais, como recorrência herniária e dor crônica, são também discutidas, ressaltando a necessidade de monitoramento a longo prazo e cuidados multidisciplinares para otimizar os resultados cirúrgicos.
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