ANDRÉ VALLIAS: TOTEM - O (CONTRA)HINO DE NOSSO TEMPOS
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.13882170Palavras-chave:
Poesia Visua, Modernidade, Resistência Cultural, Concretismo, Poesia DigitalResumo
Este trabalho analisa a obra "Totem" de André Vallias, explorando sua relevância como uma poesia visual e digital que reflete sobre as tensões da modernidade. Inspirado pelas vanguardas literárias brasileiras, em especial o concretismo, utilizando uma abordagem inovadora ao integrar recursos visuais e tecnológicos em sua poesia. Se destaca por sua crítica à fragmentação da identidade e à globalização, utilizando a forma poética como um meio de resistência cultural. A disposição gráfica das palavras e a inclusão de elementos digitais rompem com o modelo tradicional de leitura, exigindo do leitor uma postura ativa e reflexiva. A obra questiona as narrativas dominantes da sociedade contemporânea, promovendo uma análise crítica das estruturas de poder que moldam a vida cotidiana. Além disso, a utilização da tecnologia digital na construção do poema amplia as possibilidades de interação, transformando a obra em uma experiência sensorial que transcende o papel. Este estudo busca entender como Vallias, por meio de "Totem", não só dialoga com o concretismo, mas também o expande para o ambiente digital, criando novas formas de expressão e reflexão sobre a realidade contemporânea.
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