CONTRACOLONIALIDADE E O PROGRAMA ETNOMATEMÁTICA: JUSTIÇA SOCIAL E EMANCIPAÇÃO PARA TODOS(AS)!
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.13917352Palavras-chave:
Contracolonialidade, Educação Emancipatória, Justiça Social, Equidade, etnomatemáticaResumo
O conceito de uma formação para o mundo do trabalho intensificou-se no Brasil, sobretudo a partir da decada de 1950. O curriculo foi modificado e o ensino de Matemática tendenciou a um processo de macanização, memorização e repetição. Nas décadas subsequentes, no ano de 1970, Ubirtatan D’Ambrosio traz a tônica a preocupação com a formaçao sociocultural, identitária e humanística apresentando uma preocupação com o processo de formação social das pessoas, uma vez que, lutar pela cidadania, pelo direito, pela educação de qualidade e pela democratização é um dever de todos(as) os(as) sujeitos culturais. Consoante a essas preocupações, no ano de 2015, toma forma o pensamento de Nego Bispo dos Santos, defendendo uma sociedade biointerativa, comprometida com as situações climáticas e ambientais, territoriais, cooperativa, sustentável e contracolonial. De natureza teórica Histórico-Crítico com delineamento qualitativo do tipo exploratório, este ensaio tem como método a pesquisa e análise bibliográfica. A confluência de pensamento evidenciou que a Etnomatemática dialoga com a Contracolonialidade, a medida que defendem um modo de vida sustentável e crítico, desafiam o paradigma de dominação colonial e neocolonial ocidental; defendem a construção do conhecimento desde a vivência sócio-histórica das comundiades com seus saberes e fazeres advindos desde a ancestralidade.
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