INFÂNCIA PERIFÉRICA: O DIREITO DE BRINCAR ENTRE MUROS E DESIGUALDADES

Autores

  • Francisco Renato Silva Ferreira
  • Ryan Peixoto Cruz
  • Moema Alves Macêdo
  • Maria Lusdenia Santos Silva
  • Maria Izabel Pedro da Silva
  • Maria Deuzani da Silva Lacerda
  • Fábio Grigório Vieira de Oliveira
  • Marlene Menezes de Souza Teixeira

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.17353884

Palavras-chave:

Infância, Brincar, Desigualdade social

Resumo

O presente artigo analisa o direito de brincar como dimensão essencial da infância e como expressão de resistência diante das desigualdades sociais que marcam as realidades periféricas brasileiras. A pesquisa, de natureza qualitativa e bibliográfica, apoia-se em autores clássicos e contemporâneos que refletem sobre a infância como espaço de direitos e de emancipação simbólica. Evidencia-se que o brincar ultrapassa a esfera do lazer, configurando-se como prática cultural, política e educativa. As crianças das periferias, ao reinventarem o cotidiano com criatividade e solidariedade, reafirmam o valor humano do lúdico como instrumento de sobrevivência e esperança. A análise demonstra que garantir o brincar é garantir o direito de ser criança e, ao mesmo tempo, preservar o princípio ético da dignidade. Defende-se que a escola e as políticas públicas assumam papel ativo na efetivação desse direito, integrando educação, cultura e justiça social.

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Publicado

2025-10-14

Como Citar

Ferreira, F. R. S., Ryan Peixoto Cruz, Moema Alves Macêdo, Maria Lusdenia Santos Silva, Maria Izabel Pedro da Silva, Maria Deuzani da Silva Lacerda, Fábio Grigório Vieira de Oliveira, & Marlene Menezes de Souza Teixeira. (2025). INFÂNCIA PERIFÉRICA: O DIREITO DE BRINCAR ENTRE MUROS E DESIGUALDADES. Revista OWL (OWL Journal) - REVISTA INTERDISCIPLINAR DE ENSINO E EDUCAÇÃO, 3(5), 1–28. https://doi.org/10.5281/zenodo.17353884