Avaliação formativa: uma revisão introdutória da literatura

Autores

  • Sergio Augusto Ferreira Domingues

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.21726713

Palavras-chave:

Avaliação Formativa, Feedback, Regulação da Aprendizagem, Avaliação da Aprendizagem, Revisão Teórica

Resumo

A avaliação formativa ocupa lugar de destaque no debate contemporâneo sobre práticas pedagógicas voltadas à melhoria da aprendizagem. Este artigo apresenta uma revisão integrativa introdutória da literatura relevante sobre o tema, dirigida especialmente a estudantes de graduação e pós-graduação, professores em formação continuada e pesquisadores que estão iniciando o estudo sistemático da área. O objetivo não é oferecer uma revisão exaustiva, mas sim um mapa inicial e orientador das principais referências teóricas, dos marcos empíricos e dos desdobramentos práticos do conceito, capaz de funcionar como ponto de partida para leituras mais aprofundadas. A metodologia baseou-se em busca nas bases SciELO, Periódicos CAPES, ERIC, Redalyc e Google Acadêmico, combinando descritores em português, inglês e espanhol, e considerando textos seminais sem recorte temporal restritivo e produção das últimas duas décadas para tratamento das tendências atuais. A análise organiza-se em oito eixos: origem conceitual; marco empírico contemporâneo; feedback e regulação da aprendizagem; estratégias de operacionalização; tradições teóricas francófona e lusófona; autorregulação da aprendizagem; ambientes digitais; e desafios de implementação. Conclui-se que, embora a literatura aponte para o potencial da avaliação formativa em qualificar a aprendizagem, os efeitos observados dependem fortemente da qualidade da implementação, da formação docente e do contexto escolar, indicando uma agenda de pesquisa que articule rigor teórico, evidências empíricas e contextualização sociocultural.

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Publicado

2026-07-31

Como Citar

Domingues, S. A. F. (2026). Avaliação formativa: uma revisão introdutória da literatura. Revista OWL (OWL Journal) - REVISTA INTERDISCIPLINAR DE ENSINO E EDUCAÇÃO, 4(7), 1–28. https://doi.org/10.5281/zenodo.21726713